Quem se importa? Quem escuta? Quem lê?

Mostrar mensagens com a etiqueta fotografia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fotografia. Mostrar todas as mensagens

sábado, 13 de junho de 2009


["City of Life and Death", 2009 de Chuan Lu]

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009


["Street Findings", 1999 de Irving Penn]

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009


[Garry Winogrand, cerca de 1960]

domingo, 28 de dezembro de 2008


["Eleanor and Barbara", 1954 de Harry Callahan]

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

[L'Avventura - Michelangelo Antonioni]

domingo, 1 de junho de 2008

["Candy Cigarette", 1989 de Sally Mann]

domingo, 18 de maio de 2008

28 anos depois...

Foi no dia 18, do mês de Maio (tal como hoje) que Ian Curtis há 28 anos cometeu o suicídio. Na noite anterior havia pedido à mulher que o deixa-se sozinho em casa. Fumou cigarros, esvaziou uma garrafa de whisky, pós a girar o vinil “The Idiot” de Iggy Pop, viu televisão, o filme “Stroszek” de Werner Herzog e escreveu uma carta em que a segunda frase era: “Já não aguento mais.”

Especula-se, ainda hoje a causa de tão prematura morte. Era o génio por detrás da banda, que ele mesmo escolheu o nome: Joy Divion. E ainda que uma pessoa tão próxima dele, como a mulher, tenha escrito um livro ("Touching from a Distance"), a verdadeira figura de Ian Curtis permanece uma incógnita.


Control (2007)


Um dos filmes mais esperados de 2007, sendo a primeira longa-metragem realizada pelo fotógrafo holandês Anton Corbijn.

O filme começa na adolescência de Curtis e termina com a sua fatídica morte, na véspera de uma digressão aos Estados Unidos, que iria catapultar a banda para o sucesso mundial. Ainda que filme siga com fidelidade os traços biográficos da vida de Curtis, não consegue em muitos dos casos arrebatar o espectador com momentos de tensão, arrepiantes, como seria de esperar. Sinceramente fiquei mais impressionada com algumas coisas que li antes de entrar na sala de cinema, do que propriamente quando lá entrei. Não quero com isto dizer que Corbijn não faz um bom trabalho, muito pelo contrário, ele esmera-se numa fotografia realmente excepcional (preto e branco) e consegue também encontrar um excelente actor para o papel central do filme - Sam Riley. Mas isso não é prova suficiente. A vida de Curtis tinha muito mais para dar, a sua personalidade era bem mais complexa do que aquilo que se vê na tela. Digamos que Corbijn tinha o texto e as imagens, mas não tinha a alma.


São os sonhos, os demónios, a música, os amores e a morte… são as questões existenciais que atormentam a vida de um jovem, é a doença que o acompanha num dado momento da sua vida, a relação com outra mulher e a sua perícia como compositor. Talvez Curtis tenha pensado que já não conseguia produzir/igualar tudo o que fez até à data, por isso desejou pôr fim à sua vida. Tinha 23 anos e estava no auge da sua carreira.

Galeria de Imagens


terça-feira, 13 de maio de 2008

Aberto Monteiro Fotografia





BIO.


Alberto Monteiro nasce no Porto em 1960.

Entre os anos 1975 a 1977 teve o seu primeiro contacto com a fotografia tendo, no então liceu, frequentado as aulas ali existentes. Obteve, assim, noções de fotografia e experiência, quer na tomada de imagens, quer na prática de laboratório a preto e branco.

Experimentando diversas técnicas fotográficas e revelando em laboratório próprio, desenvolveu, até 1979, vários projectos que abandonou em 1980.

Em 2001, após uma paragem de quase 20 anos, retoma a actividade fotográfica com grande intensidade, fotografando principalmente no seu meio preferido: a cidade. Ela, e as pessoas, são os motivos mais desenvolvidos.

Em um ano intenssíssimo de fotografia (2001/2002), tentou recuperar o tempo perdido nesta longa paragem, fotografando quase todos os dias. Neste percurso, apresentou trabalhos em diversas exposições individuais e colectivas, e em sites na internet.

Em permanente actividade e procura de novas linguagens na abordagem dos seus trabalhos, eis como se poderá classificar a sua postura actual.


sexta-feira, 25 de abril de 2008

Este quarto…


*

Este quarto de enfermo, tão deserto
de tudo, pois nem livros eu já leio
e a própria vida eu a deixei no meio
como um romance que ficasse aberto…
que me importa este quarto, em que desperto
como se despertasse em quarto alheio?
Eu olho é o céu! imensamente perto,
o céu que me descansa como um seio.
Pois só o céu é que está perto, sim,
tão perto e tão amigo que parece
um grande olhar azul pousado em mim.
A morte deveria ser assim:
um céu que pouco a pouco anoitecesse
e a gente nem soubesse que era o fim…

Mario Quintana

domingo, 20 de abril de 2008

sexta-feira, 18 de abril de 2008

implícita natureza

by: Joana Brás
(eu) no Paraíso


"Guardo os segundos perdidos, guardo os pedaços de papel amarrotados e espalhados um pouco por toda a parte. Guardo os segredos e os medos, transformo-os em pequenas histórias que se contam, por aqui e por ali, no eco da minha memória. Guardo os sonhos e os pesadelos, mas guardo aquilo que ainda não vivi, aquilo que viverei."

domingo, 9 de março de 2008

Bill Brandt - Fotografia

["Portrait of a Young Girl", Eaton Place, London, 1955, Bill Brandt]

Frase de Bill Brandt:
"Um fotógrafo deve possuir e preservar as faculdades receptivas de uma criança que olha o mundo pela primeira vez."

domingo, 20 de janeiro de 2008

a viragem do tempo











Passaram-se duas semanas apenas... mas continuo a estranhar-me sempre que me olho ao espelho.