Quem se importa? Quem escuta? Quem lê?

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sábado, 4 de abril de 2009

A Take Away Show: Beirut



Palavras para quê! Apenas Beirut, que me tem inspirado tanto ultimamente. Após uma semana inteira a ouvir o álbum, The Flying Club Cup no mp3.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

O silêncio



[Wings of Desire - de Wim Wenders (1987)]

"And stay all night with me
/ You won't find a girl in this damn world / That will compare with me"

Henry Lee
Nick Cave & P.J Harvey

Há coisas que nos matam... E numa altura em que deveria estar a contaminar um pedaço de papel com o meu modesto comentário acerca do último filme do Fincher ou, simplesmente a correr até à sala de cinema para assistir ao "Changeling" (de Clint Eastwood), estou aqui para falar - sei lá do quê. Após um longo tempo a recear não ter o que escrever, após uma noite mal dormida, e uma má disposição matinal, após um "parar para pensar" (sem resultado algum). Após umas entrelinhas acerca da vida dos anjos e a sua assexualidade, após um terrível silêncio - (reparo) que tudo começará de novo...
Tomara que a noite tivesse corrido bem, que tivesse dormido e talvez tido um sonho feliz (ainda que frustrante), que não tivesse ficado indisposta, que tivesse fumado um cigarro e não tivesse "parado para pensar". Tomara que conseguísse ignorar a sexualidade dos anjos ou conseguísse escrever algo interessante. Tomara que usufruísse de uma boa leitura e deixa-se de perder tanto tempo comigo e com os "meus assuntos", ou dito de outra forma: deixa-se de perder demasiado tempo com as "minhas paixões". Tomara que deixa-se de ter tanta esperança e abandonasse as causas perdidas. Mas tomara, sobretudo que aquele silêncio nunca tivesse acontecido.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

domingo, 29 de junho de 2008

Cat Stevens - Father and Son ( Live )



Existem iluminados. Não existem?

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Dans Paris - momento musical



que o maior e brilhante amor perde o brilho
o sol sujo do dia que brilha
os sujeita ao tormento.
Eu tenho uma ideia irrefutável:
antes do ódio, antes do choque,
dos gritos e das discussões,
antes do arrependimento
e do desgosto.
Vamos terminar agora, por favor.
Não. Eu beijo-te e isso passa.
Pode ver.
Não me pode largar assim.
Achou que era capaz de me deixar
pendurada no grande amor
que precisa morrer.
Mas veja, eu prefiro as tempestades
inexplicáveis, a sua miserável ideia.
Antes do ódio, antes do choque,
dos gritos e discussões,
antes da tristeza e do desgosto.
Vamos terminar agora, dizes-me.
Mas beijas-me e isso passa,
eu posso ver
Não está largada assim
Eu podia te evitar ao máximo
mas o melhor agora é chegar.
Antes do ódio, antes do choque,
dos gritos e das discussões,
antes da tristeza,
antes do desgosto.
Vamos terminar agora, por favor.
Não eu te beijo e isso passa
Você pode ver.
Antes do ódio, antes do choque,
dos gritos e das discussões,
antes da tristeza,
antes do desgosto.
Vamos terminar agora, dizes-me.
Mas beijas-me e isso passa
Eu posso ver...

Não me pode largar assim.
Não me pode largar assim.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

domingo, 18 de maio de 2008

28 anos depois...

Foi no dia 18, do mês de Maio (tal como hoje) que Ian Curtis há 28 anos cometeu o suicídio. Na noite anterior havia pedido à mulher que o deixa-se sozinho em casa. Fumou cigarros, esvaziou uma garrafa de whisky, pós a girar o vinil “The Idiot” de Iggy Pop, viu televisão, o filme “Stroszek” de Werner Herzog e escreveu uma carta em que a segunda frase era: “Já não aguento mais.”

Especula-se, ainda hoje a causa de tão prematura morte. Era o génio por detrás da banda, que ele mesmo escolheu o nome: Joy Divion. E ainda que uma pessoa tão próxima dele, como a mulher, tenha escrito um livro ("Touching from a Distance"), a verdadeira figura de Ian Curtis permanece uma incógnita.


Control (2007)


Um dos filmes mais esperados de 2007, sendo a primeira longa-metragem realizada pelo fotógrafo holandês Anton Corbijn.

O filme começa na adolescência de Curtis e termina com a sua fatídica morte, na véspera de uma digressão aos Estados Unidos, que iria catapultar a banda para o sucesso mundial. Ainda que filme siga com fidelidade os traços biográficos da vida de Curtis, não consegue em muitos dos casos arrebatar o espectador com momentos de tensão, arrepiantes, como seria de esperar. Sinceramente fiquei mais impressionada com algumas coisas que li antes de entrar na sala de cinema, do que propriamente quando lá entrei. Não quero com isto dizer que Corbijn não faz um bom trabalho, muito pelo contrário, ele esmera-se numa fotografia realmente excepcional (preto e branco) e consegue também encontrar um excelente actor para o papel central do filme - Sam Riley. Mas isso não é prova suficiente. A vida de Curtis tinha muito mais para dar, a sua personalidade era bem mais complexa do que aquilo que se vê na tela. Digamos que Corbijn tinha o texto e as imagens, mas não tinha a alma.


São os sonhos, os demónios, a música, os amores e a morte… são as questões existenciais que atormentam a vida de um jovem, é a doença que o acompanha num dado momento da sua vida, a relação com outra mulher e a sua perícia como compositor. Talvez Curtis tenha pensado que já não conseguia produzir/igualar tudo o que fez até à data, por isso desejou pôr fim à sua vida. Tinha 23 anos e estava no auge da sua carreira.

Galeria de Imagens


domingo, 20 de abril de 2008

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Feist - 1 2 3 4


Adoro este vídeo!

domingo, 20 de janeiro de 2008

"For the Love of Life" Monster


Adorei esta ending de Monster. Dei-me um gozo enorme assistir aos 74 episódios praticamente seguídos e alimentar o meu cérebro durante esta semana com o fantástico enredo.
Rotulado como anime de terror psicológico, suspense, policial e drama - Monster delicia-nos com com uma trama realmente genial.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Nothing Compares to You


PS: Curiosamente já não ouvia esta música à alguns anos. Bem... acho a imagem da Sinead O'Connor fabulosa