[3-iron, 2004, de Kim Ki-duk]
Quem se importa? Quem escuta? Quem lê?
terça-feira, 28 de abril de 2009
segunda-feira, 27 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
everybody knows: Your Lips Are Red (from St. Vincent)
esta música lembra-me:
uma cena em que os convidados de uma festa da alta sociedade são simplesmente esfaqueados pela anfitriã, que pretende vingar os maus tratos infligidos pelo marido. Terrível será, o facto disto nunca ter acontecido, de ser apenas um desejo que a mulher teve, quando estava prestes a morrer vitima desses mesmos maus tratos.
uma cena em que os convidados de uma festa da alta sociedade são simplesmente esfaqueados pela anfitriã, que pretende vingar os maus tratos infligidos pelo marido. Terrível será, o facto disto nunca ter acontecido, de ser apenas um desejo que a mulher teve, quando estava prestes a morrer vitima desses mesmos maus tratos.
sábado, 25 de abril de 2009
25 de Abril
- hoje acordei com...
- Grândola, vila morena
- Terra da fraternidade
- O povo é quem mais ordena
- Dentro de ti, ó cidade
- Dentro de ti, ó cidade
- O povo é quem mais ordena
- Terra da fraternidade
- Grândola, vila morena
- Em cada esquina um amigo
- Em cada rosto igualdade
- Grândola, vila morena
- Terra da fraternidade
- Terra da fraternidade
- Grândola, vila morena
- Em cada rosto igualdade
- O povo é quem mais ordena
- À sombra duma azinheira
- Que já não sabia a idade
- Jurei ter por companheira
- Grândola a tua vontade
- Grândola a tua vontade
- Jurei ter por companheira
- À sombra duma azinheira
- Que já não sabia a idade
a música que tocava de um carro alegórico que percorria a vila onde moro. Acho que vou ouvir esta música todos os 25s de Abril até ao resto da minha vida.
domingo, 19 de abril de 2009
sábado, 4 de abril de 2009
A Take Away Show: Beirut
Palavras para quê! Apenas Beirut, que me tem inspirado tanto ultimamente. Após uma semana inteira a ouvir o álbum, The Flying Club Cup no mp3.
sábado, 28 de março de 2009
Deixa(-mos) de existir...
Aparecemos por momentos breves no labirinto de sonhos que nós mesmos construímos
aparecemos mortos... nus e ingénuos.
aparecemos repletos de magoas e desalento(s)
aparecemos deslumbrados com o silêncio
Com o espelho que esconde a nossa imagem, com o espelho que narra a nossa história
...aparecemos deitados a sonhar o mesmo sonho
éramos nós, admirando o tempo. o nosso tempo
e porque ainda temos esperança? ou fé, ou seja lá o que for
por que ainda acreditamos que vamos morrer juntos?
porque acreditamos ainda no destino?
Dói tanto quando se tenta fugir
odeio pensar que ainda te amo e que posso te perder para sempre
aparecemos mortos... nus e ingénuos.
aparecemos repletos de magoas e desalento(s)
aparecemos deslumbrados com o silêncio
Com o espelho que esconde a nossa imagem, com o espelho que narra a nossa história
...aparecemos deitados a sonhar o mesmo sonho
éramos nós, admirando o tempo. o nosso tempo
e porque ainda temos esperança? ou fé, ou seja lá o que for
por que ainda acreditamos que vamos morrer juntos?
porque acreditamos ainda no destino?
Dói tanto quando se tenta fugir
odeio pensar que ainda te amo e que posso te perder para sempre
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